A data é uma homenagem às conquistas e desafios das pessoas surdas no Brasil
uta, resistência e inclusão social: nesta segunda-feira, 26, é comemorado o Dia Nacional do Surdo, uma data vista por toda a comunidade surda como um momento de reflexão sobre as conquistas por direitos sociais e, ainda, sobre os desafios das pessoas surdas no Brasil. “Há um significado muito forte em comemorar este dia, pois é um momento que remete às conquistas e aos direitos das pessoas surdas na sociedade”, comentou a discente surda do curso de Design e estagiária da Diretoria de Acessibilidade (Daces) da Universidade Federal do Maranhão, Mayellem Andry Sousa.
Oficializado em 2008, por meio do Decreto de Lei Nº 11.796, o dia 26 de setembro foi escolhido por ser a data da fundação da primeira escola de surdos no país, o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), em 1857, na cidade do Rio de Janeiro. O Ines atua na perspectiva da efetivação do direito à educação de crianças, jovens e adultos surdos, produzindo conhecimento e apoiando diretamente os sistemas de ensino para dar suporte às escolas brasileiras, que devem oferecer educação de qualidade a esses cidadãos que demandam políticas de ensino que contemplem sua singularidade linguística.
Por se tratar de um período dedicado à conscientização sobre as conquistas da comunidade surda, bem como a urgência de ampliação da acessibilidade a essa comunidade, o mês é chamado de Setembro Azul. Inclusive, setembro é mês de marcos históricos para a comunidade surda, entre eles, o Dia Internacional da Língua de Sinais, celebrado no dia 23, data escolhida para relembrar o infame Congresso de Milãode 1880, em que ocorreu a primeira conferência internacional de educadores de surdos, cuja decisão foi proibir o uso de línguas de sinais no mundo em defesa do ensino oralista; o Dia Internacional do Surdo; e o Dia Internacional do Tradutor Intérprete de Línguas de Sinais, ambos no dia 30.
Durante o Setembro Azul, a comunidade surda do país se reúne em eventos dedicados ao debate da educação dos surdos, bem como a criação de escolas bilíngues, em que o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) também seja ofertada. O efetivo cumprimento da Lei Nº 10.436 de Libras é a garantia de acesso e permanência de pessoas surdas nos diversos espaços sociais, segundo a tradutora e intérprete de Libras da Daces, Roselane Laiza Lima Martins.
Na Universidade Federal do Maranhão, a Daces têm por objetivo propor, orientar, encaminhar, avaliar e acompanhar as demandas e providências concernentes ao processo de inclusão e acessibilidade das pessoas com deficiência. “A Diretoria busca a garantia do direito linguístico das pessoas surdas, por meio do atendimento de tradução e interpretação nos componentes curriculares e eventos, com orientações à comunidade acadêmica sobre Libras, sobretudo, o acompanhamento técnico e pedagógico aos discentes surdos da Universidade”, afirmou Roselane.
Fonte: https://portalpadrao.ufma.br/
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