Na semana em que o mundo debate o Dia Mundial da Fibromialgia e no Brasil o Dia Nacional de Conscientização da doença, a sociedade brasileira questiona informações do Ministério da Saúde sobre os atendimentos oferecidos pelo SUS aos pacientes.
Números apontam que até 3% da população brasileira enfrenta a discriminação, preconceito e dificuldades para o tratamento contra a doença.
De acordo com o Ministério da Saúde, “o atendimento à pessoa com fibromialgia no âmbito do SUS é realizado de forma ampla e integral, estando inseridos em todos os níveis de atenção. Na atenção básica são ofertados os cuidados clínicos por equipe multiprofissional, incluindo acolhimento, avaliação de história clínica e acompanhamento longitudinal, além de tratamento com práticas integrativas e complementares, analgesia medicamentosa e não medicamentosa, cuidados em fisioterapia e sessões de acupuntura”.
Ainda de acordo com o órgão, “na atenção especializada são disponibilizadas consultas com médico reumatologista e outros profissionais da saúde, além da reabilitação física assistindo o paciente de forma integral, englobando ações e serviços de promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e manutenção da saúde”.
Confira a transmissão feita pelo Diário PcD pelo canal no Youtube com o relato de pacientes e como eles enfrentam a falta de assistência médico/hospitalar.