Fala Múltipla – esclerose múltipla sem mitos

Esclerose múltipla: especialistas discutem a importância da imunização para quem tem a doença e o impacto da pandemia

A Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda. (Biogen), empresa de biotecnologia focada em neurociência, acaba de lançar o projeto “Fala Múltipla” esclerose múltipla sem mitos, um talk show educativo sobre esclerose múltipla (EM), doença autoimune, crônica e progressiva do sistema nervoso central[1].

Moderado pelo Dr. Drauzio Varella, a iniciativa conta com a participação do neurologista, Dr. Guilherme Olival, e do diretor executivo da associação de pacientes, Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME), Gustavo San Martin, e está disponível no Youtube.

“Junto com a pandemia e a necessidade da vacinação, muitas pessoas com esclerose múltipla ficaram com inúmeras dúvidas e incertezas. O projeto Fala Múltipla foi desenvolvido para abordar temas relevantes dentro desse universo e esclarecer dúvidas. É um diálogo aberto. A Biogen acredita que a informação é uma forma poderosa e o Fala Múltipla nasce com o nosso propósito de trazer o paciente a frente de tudo o que realizamos, levando informação de qualidade para toda a comunidade de EM. Toda fala pode ser múltipla quando é compartilhada”, explica Tatiana Branco, diretora médica da Biogen Brasil.

De acordo com o especialista Guilherme Olival, o momento da pandemia foi muito caótico. “Não sabíamos o que esperar, quais seriam as reações, as orientações. Todos vivenciamos angústias, mas com certeza o paciente com esclerose múltipla se viu com mais perigo”, explica.

Gustavo San Martin coloca que ao receber a notícia da pandemia, se viu, de certa forma, recebendo um segundo diagnóstico. “Quando recebi o diagnóstico de esclerose múltipla, era tudo muito novo pra mim. Eu não sabia o que ia projetar, o que iria se apresentar pra mim nessa vida crônica. E a notícia da pandemia, seguiu da mesma forma. As pessoas com esclerose múltipla não sabiam o que esperar. A pessoa que já vive com a imprevisibilidade de uma doença que pode se manifestar a qualquer momento, passou a se ver duplamente ansiosa pela imprevisibilidade da pandemia. Muito medo, muita ansiedade, muita dúvida e muito questionamento se fez presente, assim como o momento do diagnóstico de esclerose múltipla”.

Voltado para a sociedade, o talk show esclarece dúvidas a respeito do tema e aborda, entre outras coisas, impacto na saúde mental e a importância da adesão ao tratamento. O talk show está dividido em quatro blocos e aborda os seguintes temas: pandemiasaúde mentalimunização e futuro. A iniciativa também conta com uma série voltada para a classe médica e profissionais de saúde. Quatro episódios, que contam com a participação dos especialistas Dra. Maria Fernanda Mendes, Dr. Gutemberg Santos e Dr. Jefferson Becker, estão disponíveis na plataforma BiogenLinc, dedicada exclusivamente aos profissionais médicos.
 

Sobre a esclerose múltipla[2][3][4]: é uma doença que compromete o sistema nervoso central, um processo de inflamação crônica de natureza autoimune que pode causar desde problemas momentâneos de visão, falta de equilíbrio até sintomas mais graves, como cegueira e paralisia completa dos membros. A doença está relacionada à destruição da mielina — membrana que envolve as fibras nervosas responsáveis pela condução dos impulsos elétricos no cérebro, medula espinhal e nervos ópticos. A perda da mielina pode dificultar e até mesmo interromper a transmissão de impulsos. A inflamação pode atingir diferentes partes do sistema nervoso, provocando sintomas distintos, que podem ser leves ou severos, sem hora certa para aparecer. A doença geralmente surge sob a forma de surtos recorrentes, sintomas neurológicos que duram ao menos um dia. A maioria dos pacientes diagnosticados são jovens, entre 20 e 40 anos, o que resulta em um impacto pessoal, social e econômico considerável por ser uma fase extremamente ativa do ser humano. A progressão, a gravidade e a especificidade dos sintomas são imprevisíveis e variam de uma pessoa para outra. Algumas são minimamente afetadas, enquanto outras sofrem rápida progressão até a incapacidade total. É uma doença degenerativa, que progride quando não tratada. É senso comum entre a classe médica que para controlar os sintomas e reduzir a progressão da doença, o diagnóstico e o tratamento precoce são essenciais.

ATENÇÃO: Esta matéria foi editada, atualizada e publicada por www.diariopcd.com.br

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