Governo Federal deve lançar Novo Viver sem Limite ainda em novembro de 2023

O ministro dos Direitos e da Cidadania, Silvio Almeida, participou, nesta quarta-feira (8), do programa “Bom Dia, Ministro” da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Na conversa ao vivo com emissoras de rádio de todo o país, ele detalhou ações desenvolvidas pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), com destaque ao Novo Viver sem Limite, voltado à proteção e defesa dos direitos das pessoas com deficiência. A expectativa é de que o programa seja lançado ainda em novembro, no Palácio do Planalto.

Silvio Almeida iniciou sua participação falando sobre o “Novembro Negro”, uma série de ações interministeriais em celebração ao dia da Consciência Negra. “É uma ocasião bastante especial, porque se refere a uma luta central para o país, para os direitos humanos. A luta pela dignidade da população negra no Brasil, mas vai além disso. O mês marca também o reencontro do Brasil consigo mesmo”, pontuou.

Entre as ações desenvolvidas, Silvio Almeida explicou que será lançada, em parceira com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), iniciativa em alusão aos lugares de memória da escravidão no país, com 100 placas de reconhecimento em locais históricos que viveram o passado escravocrata do Brasil.

Novo Viver sem Limite

Ainda sobre as ações a serem lançadas em novembro, o titular do MDHC detalhou o Novo Viver sem Limite, que contará com quatro eixos: gestão inclusiva e participativa; enfrentamento à violência e ao capacitismo; acessibilidade e tecnologia assistiva; e promoção dos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais. “São mais de 100 ações indicadas e 22 estruturantes. Participam 30 ministérios. Embora seja uma ação coordenada e organizada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, é uma ação do governo federal”, disse.

O ministro ainda ressaltou sobre a coincidência do lançamento do plano durante as ações do “Novembro Negro. “Há uma relação direta de racismo e pessoa com deficiência, pois segundo alguns estudos, boa parte da população se autodeclara negra. Até porque a questão da deficiência tem a ver também com a adaptação ao ambiente, com acessibilidade, condições precárias de pobreza, desigualdade. Logo essas pessoas têm menos acesso, menos condições de superar as barreiras ambientais”, explicou.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDHC

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