Réveillon: dicas para criar ambientes agradáveis e confortáveis para quem tem autismo

Com o Réveillon se aproximando, falamos muito sobre o efeito dos fogos de artifício em animais como cães e gatos. No entanto, pouco se fala sobre os cuidados que também precisamos ter nessa época de festas com as pessoas com autismo. Sensíveis a agitação, barulhos e luzes, essas pessoas precisam se sentir seguras para curtirem a festa da virada.

De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui cerca de dois milhões de habitantes diagnosticados com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A Organização Mundial de Saúde (OMS) define o autismo como uma série de sinais que indicam algum grau de dificuldade no comportamento social, comunicação e linguagem. Diante disso, é necessário estar ciente de que algumas situações podem ser incômodas, desconfortáveis e estressantes para quem tem autismo.

O Instituto Jô Clemente (IJC), referência nacional na inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em algumas dicas para criar um ambienta agradável para este público também aproveitar o Réveillon:

Sons: músicas e sons muito altos podem causar incômodo e até mesmo dor física. Escolha músicas mais calmas e ajuste o volume para um nível mais baixo.

Fogos de artifício: embora a Lei 6881/17 proíba estes artefatos, eles são sempre usados no dia 31/12. O estouro dos fogos pode gerar ansiedade e crises no autista. Buscar festas onde já se sabe que não soltar fogos.

Luzes: se puder, já guarde as luzes de enfeito do Natal para ter um ambiente mais confortável no Réveillon. Luzes muito intensas ou piscantes podem gerar incômodo.

Locais agitados: avalie se o local escolhido para o Ano Novo é adequado o autista: prefira locais menos agitados e tenha um plano B em mãos caso a pessoa não se sinta à vontade.

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