Prêmio Inclusão em Neuroeducação Brasil chega à segunda edição

Prêmio Inclusão em Neuroeducação Brasil chega à segunda edição

A iniciativa da Rhema Neuroeducação destaca projetos de professores e instituições que promovem a inclusão a partir da educação

Segundo o Censo Escolar, o número de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na educação básica brasileira passou de 105 mil em 2018 para mais de 212 mil em 2021, um crescimento de 100%. Enquanto levantamentos internacionais apontam que de 15% a 20% da população mundial é neurodivergente, cenário que evidencia a necessidade de práticas inclusivas e de valorização dos educadores. 

É nesse contexto que a Rhema Neuroeducação lança a 2ª edição do “Prêmio Inclusão em Neuroeducação Brasil”, anunciada em julho durante o evento Neuroeduque, em Arapongas (PR). O reconhecimento é direcionado a professores e instituições de todo o país e busca valorizar iniciativas que promovam a inclusão no ensino, favorecendo o protagonismo e a aprendizagem de crianças neurodivergentes. 

Para a professora e neuropedagoga Mara Duarte da Costa, diretora pedagógica da Rhema Neuroeducação, a premiação é um convite para transformar a realidade das escolas brasileiras. “O reconhecimento vai além do troféu: ele reforça que a inclusão só acontece quando professores e gestores estão preparados para criar experiências que respeitem as diferenças e valorizem as potencialidades de cada aluno”.

Na primeira edição, realizada em 2024, o prêmio recebeu inscrições de diversas regiões do Brasil, com projetos voltados à criação de ambientes sensoriais, uso de tecnologias assistivas e práticas de alfabetização adaptada. A expectativa para este ano é ampliar o alcance e envolver ainda mais escolas públicas e privadas.

“Nossa missão é olhar para a inovação das metodologias, o impacto na aprendizagem, o fortalecimento de habilidades cognitivas e socioemocionais e, principalmente, a capacidade de garantir acesso e participação ativa de todos os estudantes. A inclusão acontece quando todos nós fazemos a nossa parte”, ressalta a especialista.

Mara reforça que a formação continuada é um dos pilares para que essas práticas sejam efetivas. “O professor precisa de ferramentas para intervir em casos que vão desde questões emocionais passageiras até transtornos, adaptar o currículo e promover ambientes que estimulem a aprendizagem. Quando há preparo e acolhimento, a escola se torna um espaço de oportunidades para todos”.

Criado em 2024, o “Prêmio Inclusão em Neuroeducação Brasil” reforça a missão da Rhema Neuroeducação de incentivar a inclusão através de uma educação baseada em evidências, com foco na diversidade e na formação de professores. Desde sua fundação, a instituição já impactou mais de 139 milhões de pessoas em mais de 20 países, por meio de cursos livres, de pós-graduações, eventos online e programas de capacitação.

As inscrições para a segunda edição já estão abertas e podem ser realizadas pelo site oficial do Rhema Neuroeducação. A cerimônia de premiação está prevista para outubro, em Arapongas, cidade onde a organização foi fundada em 2009.

2ª edição do Prêmio Inclusão em Neuroeducação Brasil

Quem pode participar

Professores, profissionais da educação, gestores escolares, ONGs e instituições de ensino de todo o Brasil que desenvolvem projetos voltados à inclusão de crianças e adolescentes neurodivergentes.

Inscrições

Gratuitas, já estão abertas e devem ser realizadas pelo site da Rhema Neuroeducação

Critérios de seleção

Serão avaliadas práticas pedagógicas inovadoras que promovam a aprendizagem, o desenvolvimento cognitivo e socioemocional, a acessibilidade e a valorização da diversidade no ambiente escolar.

Premiação

Os vencedores serão conhecidos durante a cerimônia de entrega prevista para novembro, em Arapongas (PR).

Informações

Regulamento completo disponível no BLOG 

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