Fundação promove aulas esportivas adaptadas para crianças e adolescentes com deficiência visual

Fundação promove aulas esportivas adaptadas para crianças e adolescentes com deficiência visual

Na Fundação Dorina Nowill para Cegos novas modalidades, como Judô, Tai Chi Chuan e Goalball, se somam ao Takkyu Volley, reforçando o potencial do esporte como ferramenta de inclusão, autonomia e desenvolvimento integral

A Fundação Dorina Nowill para Cegos vem fortalecendo o acesso ao esporte adaptado ao oferecer aulas de Judô, Tai Chi Chuan e Goalball para crianças e adolescentes cegos e com baixa visão. A iniciativa se soma às práticas do Takkyu Volley no processo de habilitação/reabilitação, modalidade inclusiva que a instituição já oferece há algum tempo, reforçando o compromisso contínuo da instituição com o esporte como ferramenta de inclusão, transformação, desenvolvimento e autonomia. As atividades integram a programação regular da Fundação Dorina e têm como foco o desenvolvimento físico, emocional e social dos participantes.

As aulas de Judô e Tai Chi Chuan trabalham equilíbrio, coordenação motora, concentração e consciência corporal. Já o Goalball — esporte paralímpico criado especificamente para pessoas com deficiência visual — estimula orientação espacial, trabalho em equipe, autonomia e tomada de decisão, sempre em um ambiente seguro e adaptado às necessidades do público atendido. O Takkyu Volley, por sua vez, une elementos do vôlei e do tênis de mesa em uma versão adaptada e inclusiva, promovendo a convivência e a participação de pessoas com e sem deficiência.

“A prática esportiva tem um papel fundamental no desenvolvimento das crianças e adolescentes com deficiência visual. Mais do que atividade física, ela contribui para a autonomia, a independência, a socialização e o fortalecimento da autoestima”, afirma Danielle Freitas, coordenadora de habilitação e reabilitação visual na Fundação Dorina. “Nosso objetivo é oferecer experiências que impactem positivamente o desenvolvimento integral desses jovens, respeitando o ritmo e as potencialidades de cada um”, continua. 

Para quem participa das atividades, os benefícios são percebidos no dia a dia. “As aulas de judô são muito legais. Consegui aprender novos golpes e também fazer novos amigos”, conta Pedro Miguel, de 8 anos, atendido da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

A iniciativa reforça a visão da instituição de que o esporte é um importante motor para a autonomia, a independência e o desenvolvimento integral de pessoas com deficiência visual, contribuindo para o aprimoramento de habilidades motoras, percepção corporal, socialização e autoestima.

Atualmente, a Fundação Dorina conta com quatro turmas simultâneas em cada modalidade, algumas delas ainda com vagas abertas

Para contato com a equipe de cursos/oficinas (WhatsApp): 11 93755-5606. 

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há mais de 7 décadas se dedica à inclusão social de crianças, jovens, adultos e idosos cegos e com baixa visão. A instituição oferece serviços gratuitos e especializados de habilitação e reabilitação, dentre eles orientação e mobilidade e clínica de visão subnormal, além de programas de inclusão educacional e profissional. 

Responsável por um dos maiores parques gráficos braille em capacidade produtiva da América Latina, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é referência na produção e distribuição de materiais nos formatos acessíveis braille, áudio, impressão em fonte ampliada e digital acessível, incluindo o envio gratuito de livros para milhares de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. 

A instituição também oferece uma gama de serviços em acessibilidade, como cursos, capacitações customizadas, audiodescrição e consultorias especializadas como acessibilidade arquitetônica e web. Com o apoio fundamental de colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida e respeitada pela seriedade de um trabalho que atravessa décadas e busca conferir independência, autonomia e dignidade às pessoas com deficiência visual. 

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