Hanna Ribeiro fez parte do grupo de voluntários das pesquisas da Dra Tatiana Sampaio, pesquisadora da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, responsável pelos estudos da Polilaminina.
O Diário PcD entrevistou na noite desta quarta-feira, 18, no canal no YouTube, Hawanna Cruz Ribeiro que tornou-se tetraplégica em 2017 e três anos depois participou como voluntária do tratamento experimental da Polilaminina – substância regeneradora feita a partir da proteína laminina, obtida de placentas, que virou esperança para reverter os efeitos de lesões na medula.
A entrevista avalia os resultados do tratamento, principais alertas e o potencial do tratamento para as pessoas com lesões medulares!
Hanna ainda alerta sobre as Fake News que envolvem o assunto!
Confira a entrevista
Como buscar informações sobre os protocolos para atender as demandas junto ao Laboratório Cristália
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Como a polilaminina funciona
A polilaminina é baseada na laminina, uma proteína natural que forma uma grande malha durante a fase embrionária e auxilia na comunicação entre neurônios. Com o tempo, essa proteína se torna rara no organismo adulto. A pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, descobriu que era possível recriar em laboratório essa malha, extraindo a proteína de placentas, e aplicá-la diretamente na região lesionada da medula.
“Quando conseguimos reproduzir a polilaminina em laboratório, percebemos que ela poderia orientar os neurônios a se reconectarem e restabelecer a comunicação entre células nervosas, permitindo que os movimentos fossem recuperados”, explica Tatiana.
Quando reintroduzida no corpo, a polilaminina ajuda os neurônios a formar novos caminhos para os impulsos elétricos que permitem movimentos. O tratamento consiste em uma aplicação cirúrgica única no ponto da lesão, geralmente dentro de até 72 horas após o acidente, aumentando as chances de recuperação.
A equipe da UFRJ, composta por pesquisadores, médicos, fisioterapeutas e alunos, acompanha cada paciente de perto, garantindo que a aplicação da proteína seja segura e eficaz. O estudo é financiado pela FAPERJ, reforçando o impacto do investimento público em ciência no estado do Rio de Janeiro.
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