Conitec abre consulta pública para tratamento da coreia associada à Doença de Huntington

Conitec abre consulta pública para tratamento da coreia associada à Doença de Huntington

A sociedade civil pode contribuir até o dia 30 de março para garantir a disponibilidade do tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS)

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu a Consulta Pública nº 15/2026 no SUS, para o tratamento de pacientes adultos com coreia associada à Doença de Huntington. Com prazo de encerramento em 30 de março de 2026, a participação social é uma oportunidade para os brasileiros contribuírem para a ampliação do acesso ao tratamento no país.
 

Não existem estatísticas oficiais no Brasil, mas estima-se que cerca de 13 mil a 19 mil pessoas tenham o gene da Doença de Huntington, e entre 65 mil e 95 mil apresentem risco de ter a doença por serem descendentes de portadores, segundo a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde.1
 

Com sintomas impactantes – motores (movimentos involuntários), cognitivos (memória, raciocínio e planejamento) e psiquiátricos (irritação, agressividade e depressão) –, a Doença de Huntington se manifesta quando a pessoa está no momento considerado mais produtivo da vida, entre 35 anos e 45 anos.2 
 

“Um dos sinais mais característicos da Doença de Huntington é a coreia, definida por movimentos involuntários, irregulares, abruptos, rápidos, imprevisíveis e não rítmicos. Essa alteração impacta significativamente a qualidade de vida, comprometendo a funcionalidade do paciente. A manifestação da doença é extremamente desafiadora, com a mobilidade do paciente deteriorando-se, levando a quedas e machucados, reduzindo autonomia, dificuldades para se alimentar e para engolir, queda de utensílios domésticos, perda de peso, dificuldades em vestir-se, realizar higiene pessoal, entre outras repercussões emocionais, sociais e familiares”, explica Dra. Irina Raicher, Gerente Médica da Teva Brasil.
 

O diagnóstico é realizado por meio de avaliação clínica, histórico familiar e testes genéticos. Embora ainda não exista cura, tratamentos medicamentosos e a assistência multidisciplinar podem melhorar a qualidade de vida e retardar o avanço dos sintomas.
 

“A Doença de Huntington é uma condição rara e devastadora, que afeta não apenas o paciente, mas toda a sua rede de apoio. Ampliar o acesso a terapias, representa um avanço fundamental para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas. A consulta pública é um passo essencial para que o cuidado integral e humanizado chegue a quem mais precisa”, destaca Roberto Rocha, Gerente Geral da Teva no Brasil.
 

Para contribuir clique aqui. Leia o resumo técnico e científico e preencha o formulário online com seus dados e opinião.

Sobre a Teva

A Teva Pharmaceutical Industries Ltd. (NYSE e TASE: TEVA) vem desenvolvendo e produzindo medicamentos para melhorar a vida das pessoas há mais de um século. Somos líderes globais em medicamentos genéricos e especializados, com um portfólio composto por mais de 35.000 produtos em quase todas as áreas terapêuticas. Cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo utilizam um medicamento da Teva todos os dias, e são atendidas por uma das maiores e mais complexas cadeias de suprimentos do setor farmacêutico. Juntamente com nossa presença estabelecida em genéricos, temos pesquisas e operações inovadoras significativas que apoiam nosso crescente portfólio de produtos biofarmacêuticos e especializados.

Saiba mais em www.tevapharm.com
 

Sobre a Teva Brasil

No Brasil desde 2006, a Teva oferece um portfólio diversificado de tratamentos, com destaque para especialidades como sistema nervoso central, doenças raras, oncologia e hematologia. As pessoas estão no centro de tudo o que a empresa faz, com iniciativas voltadas ao cuidado humanizado de pacientes, além de ações contínuas de apoio e capacitação dos seus colaboradores.

Saiba mais em www.tevabrasil.com.br.

Referências 

1 BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. 27/9 – Dia Nacional da Doença de Huntington. Brasília: Ministério da Saúde, [2023?]. Disponível em: Link

2 Govert F and Schneider SA. Curr Opin Neurol 2013;26:420–7.

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