OPINIÃO – A relevância da educação parental para evitar conflitos familiares perante as leis brasileiras

  • * Por Paulo Akiyama

A família é a base da sociedade e é natural que, em um ambiente tão importante e fundamental, haja conflitos e desentendimentos. No entanto, quando esses conflitos saem de controle e chegam às esferas jurídicas, a situação pode se tornar ainda mais complexa e difícil de ser resolvida. É nesse momento que a educação parental se torna uma importante ferramenta para evitar conflitos familiares perante as leis brasileiras.

A educação parental é o processo de educar os filhos, de forma intencional, consciente e amorosa, com o objetivo de formar indivíduos autônomos, críticos e responsáveis. Essa educação deve ser pautada em valores éticos e morais e deve levar em conta as questões culturais e sociais que envolvem a família.

Quando a educação parental é bem trabalhada é possível evitar conflitos familiares que possam acabar se tornando questões jurídicas. Afinal, é através da educação que se ensina o respeito ao outro, a convivência pacífica e a solução de problemas de forma justa e amigável.

Além disso, é importante lembrar que a legislação brasileira preza pela família como núcleo fundamental da sociedade e busca sempre preservar a integridade da família em seus julgamentos. No entanto, quando a situação chega ao extremo e a lei precisa intervir, ter uma base de educação sólida pode fazer toda a diferença.

Vale lembrar que a educação parental não é uma tarefa fácil e muitas vezes pode exigir ajuda externa, como terapeutas e psicólogos. No entanto é fundamental que os pais assumam a responsabilidade de educar seus filhos para que possam evitar conflitos e problemas futuros.

Em casos mais graves, como separações litigiosas e disputas de guarda, a educação parental pode ser um importante aliado para garantir que a decisão judicial seja justa e equilibrada, preservando os direitos dos envolvidos e evitando danos emocionais irreparáveis.

Em resumo, a educação parental é uma ferramenta valiosa para evitar conflitos familiares perante as leis brasileiras. Investir nessa educação é investir em um futuro mais justo e equilibrado, tanto para a família como para a sociedade como um todo.

  • * Paulo Eduardo Akiyama é formado em economia e em direito desde 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados e atua com ênfase no direito empresarial e direito de família.

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