Prefeitura de São Paulo segue o andamento das obras do primeiro Centro TEA da América Latina

O espaço assistirá pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), e tem previsão de entrega para novembro deste ano

Em novembro deste ano, a cidade de São Paulo terá o primeiro Centro Municipal da Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), um projeto pioneiro na América Latina que visa assistir crianças, jovens, adultos e idosos diagnosticados com TEA por meio de atividades nas áreas de Cultura, Esportes, Trabalho e Empreendedorismo, Cursos de Formação e Bem-estar e Autonomia Social.

O espaço, que conta com 5.000 m², possui fácil acesso ao transporte público e está localizado no antigo CE Santaninha – localizado na Av. Santos Dumont, 1.318, Zona Norte. As obras do Centro TEA têm sido acompanhadas pela secretária municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), Silvia Grecco e pelo Prefeito Ricardo Nunes. A pasta é a gestora do equipamento. O investimento foi de R$ 1.544.368,80 no projeto arquitetônico e de R$ 38.760.838,84 na edificação.

Nos primeiros seis meses, a previsão é que o Centro TEA receba cerca de 1.000 pessoas por dia e realize uma média de 20 mil atendimentos por mês, entre pessoas com autismo e seus familiares. Há um estudo em colaboração com a rede municipal para definir como será a porta de entrada desses atendimentos.

Além de atender crianças, jovens, adultos e idosos, o local possui uma faixa etária inicial para receber a assistência, que será de 6 (seis) anos. Porém os serviços ofertados no Centro TEA priorizarão os três últimos grupos, em reconhecimento à menor atenção que muitas vezes recebem.

A proposta tem o objetivo de promover a inclusão e acolhimento de pessoas com TEA e cuidar de quem cuida: a família. As atividades a serem oferecidas são totalmente gratuitas, e  fornecerão um espaço de convivência que irá atender as necessidades a curto e longo prazo das pessoas com TEA. Dentro do equipamento, os munícipes terão oportunidades únicas de interação com o ambiente externo, integração com a comunidade e exploração de novas habilidades e interesses.

A identidade visual do local ficará por conta de Rio Sora, uma criança de 6 anos que foi diagnosticada no espectro em seu segundo ano de vida. O menino, que tem certa sensibilidade auditiva, possui muita sentimentalidade para entender o mundo através da arte, assim, começou a mergulhar na imaginação da arte com o estímulo de seus pais a partir de 1 ano de idade. Ele tem como grande inspiração a cidade de São Paulo, que possui um Museu de Arte de Rua à céu aberto com infinitas formas de grafite.

Dentro do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo, instituído no início da gestão, o Centro TEA foi tido com a meta principal da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, e a pasta atua para que o projeto saia do papel e revolucione a atenção às pessoas Transtorno do Espectro do Autismo. 

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