Projeto Dodói beneficia crianças que estão internadas em tratamento de câncer

Apenas este ano, 8.460 crianças serão diagnosticadas com câncer no Brasil, de acordo com o INCA – Instituto Nacional de Câncer e todas elas têm direito a um tratamento mais humanizado.

A ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia realiza a campanha #ExisteUmJeitoMelhor para beneficiar 3.000 crianças que estão internadas em tratamento de câncer, em centros especializados, e tem como objetivo arrecadar 170 mil reais, que serão destinados à compra dos Kits Dodói. 

Além da distribuição, a sua aplicação e sucesso depende da capacitação dos profissionais de saúde, coleta e monitoramento dos dados e aperfeiçoamento contínuo.

A ação já assistiu mais de 8 mil crianças que foram atendidas pelo projeto e que receberam o Kit Dodói e mais de 300 profissionais foram capacitados em atendimento humanizado.

câncer infantil causa mudanças intensas na vida da criança e de sua família. Ao ficar internada no hospital, a criança tende a ficar deprimida e insegura. Essa situação de tensão prejudica o tratamento, tornando o processo mais difícil e prolongado. Muitas vezes a criança não consegue ter compreensão clara do seu estado de saúde e das etapas de tratamento, o que gera ainda mais insegurança.

ABRALE e o Instituto Mauricio de Sousa uniram esforços com o objetivo de tornar o tratamento mais humanizado. Por meio de brincadeiras e conteúdos lúdicos é possível gerar aprendizado e ter qualidade de vida durante todo o processo.

Ao receber o Kit Dodói, a criança consegue se identificar com a Mônica ou o Cebolinha, ver a importância dos cuidados que a equipe médica tem com ela, por meio de uma linguagem lúdica e acessível, e também entender melhor sua doença e etapas do seu tratamento com os materiais informativos, como gibis e escala de sensações

Foi bem interessante porque tudo que faziam nele aqui ele chegava em casa e fazia no Cebolinha: dava injeção, tirava sangue, brincava de médico e até hoje ele brinca bastante… E foi bom, porque ele perdeu muito o medo. No começo é muito traumatizante, a criança chora bastante, tem medo das enfermeiras… mas pra ele foi muito bom“, afirma Fátima R. Rodrigues – Mãe do Lucas, paciente de LLA

Para a médica Melissa Ferreira, responsável pelo serviço de Oncologia Pediátrica do Hospital Darcy Vargas, “a criança brinca de médico, ela faz no boneco os procedimentos que a gente vai fazer nela. Isso tira muito do medo do desconhecido. E a gente está num lugar onde isso mais do que nunca é requerido: enfrentar desafios. Mantê-la no estado natural, que é brincando, relaxada e alegre é fundamental”.

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