Glaucoma, Retinopatia Diabética e DMRI são as principais causas de cegueira evitável; oftalmologista do Hospital CEMA alerta para a realização dos exames de fundo de olho e OCT, decisivos para o diagnóstico precoce
A perda da visão não costuma dar avisos prévios. Diferente de uma infecção ou inflamação comum, as doenças oculares de maior prevalência na população brasileira avançam de forma silenciosa, muitas vezes só sendo percebidas quando o dano é severo ou irreversível. Dr. Henri Ota, oftalmologista do Hospital CEMA — centro de referência em oftalmologia com 50 anos de atuação — alerta que o diagnóstico precoce, especialmente para o público acima dos 60 anos e pacientes diabéticos, é a única barreira eficiente entre a saúde ocular e a baixa visão permanente.
De acordo com o especialista, três patologias lideram as preocupações nos consultórios, devido ao seu caráter assintomático em estágios iniciais: o Glaucoma, a Retinopatia Diabética e a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade). Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia revelam que as três patologias, juntas, correspondem a aproximadamente 75% dos quadros de perda de visão definitiva no país.
“O grande desafio é que essas doenças têm tratamento contínuo, mas não apresentam sintomas claros no início. Quando o paciente percebe que a visão está embaçada ou com manchas, a doença pode já estar em grau moderado a avançado. Por isso, é fundamental estar sempre com os exames em dia”, explica o Dr. Henri Ota.
Os vilões silenciosos e o grupo de risco
- DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade ): Comum a partir dos 60 anos, causa o desgaste do fundo do olho. É a causa número um da perda de visão na terceira idade;
- Retinopatia Diabética: O Dr. Ota reforça que os diabéticos devem procurar o oftalmologista imediatamente após o diagnóstico da doença. A demora pode resultar em lesões graves na retina e,
- Glaucoma: Conhecido como o “ladrão silencioso da visão”, danifica o nervo óptico progressivamente sem causar dor.
Tecnologia a serviço da prevenção
Como referência em oftalmologia, o Hospital CEMA destaca a importância estratégica do exame de fundo de olho e, principalmente, do OCT (Tomografia de Coerência Óptica). O OCT funciona como um “scanner” de alta precisão, permitindo uma análise detalhada das camadas da retina e do nervo óptico, identificando alterações invisíveis a exames convencionais.
O Hospital CEMA reafirma seu compromisso com a longevidade saudável, oferecendo estrutura de ponta para que o tratamento, quando necessário, seja iniciado com o máximo de agilidade, preservando a autonomia e a qualidade de vida do paciente.
Sobre o Hospital CEMA:
Com 50 anos de história, o Hospital CEMA é referência nacional em oftalmologia e otorrinolaringologia, além de possuir especialidades complementares como bucomaxilofacial, cirurgia plástica estética, distúrbios de ATM, fonoaudiologia, medicina do sono e vascular. Unindo tradição e excelência, a instituição possui a Acreditação ONA Nível III, o grau máximo de segurança hospitalar no Brasil, e conta com um moderno complexo no Belém, que oferece Pronto Atendimento 24 horas, além de uma ampla rede com 19 unidades especializadas.
Fundado pela família Aquino, o Hospital consolida-se em seu cinquentenário como um centro de saúde humano e inovador, focado na longevidade e na qualidade de vida de seus pacientes.





