Dignidade Sem Fronteiras

Dignidade Sem Fronteiras - OPINIÃO - * Por Jairo Varela Bianeck

OPINIÃO

  • * Por Jairo Varella Bianeck

Quando um líder desdenha das pessoas com deficiência, revela mais sobre si do que sobre os outros. A dignidade não se apaga com palavras, e a justiça não se dobra ao autoritarismo.

Este poema é uma resposta àqueles que acreditam que a força está no desprezo, quando, na verdade, ela reside na união, na resistência e na luta por um país mais justo.

Dignidade Sem Fronteiras

Não há decreto que extinga,

nem sentença que nos vença.

Se a injustiça nos maltrata,

erguemos fé e resistência.

Se a sombra cobre o caminho,

somos farol na neblina.

Se nos negam o direito,

a voz se impõe, cristalina.

Se erguem muros de silêncio,

a nossa voz os desfaz.

Não há justiça sem eco,

não há nação sem a paz.

Somos luta, somos chama,

não aceitamos clemência.

O futuro nos pertence,

não há pátria sem decência.

Se um Estado indiferente

nos relega ao abandono,

não há poder que nos dobre,

pois somos verbo, não sono.

Não somos menos, nem fracos,

somos raiz no horizonte.

Onde houver dor e injustiça,

seremos brisa e monte.

Se tentam nos dividir,

respondemos com união.

Onde houver exclusão,

seremos fogo e canção.

Somos luta, somos chama,

não aceitamos clemência.

O futuro nos pertence,

não há pátria sem decência.

Argentina, não te esqueças,

teu destino é equidade.

Pois um país só se ergue

se honra sua humanidade.

A Argentina, como qualquer nação, não se constrói sobre insultos ou exclusão, mas sobre respeito, equidade e humanidade. Nenhum povo é fraco quando permanece unido. Nenhuma injustiça dura para sempre quando há voz para combatê-la.

  • * Jairo Bianeck é Advogado dedicado ao direito das Pessoas com Deficiência e Direito de Família.

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