Estudo sobre os desafios para a inclusão e a promoção de pessoas com deficiência  no mercado de trabalho

Mais do que inclusão, os trabalhadores com deficiência buscam inserção em condições de trabalho que sejam receptivas aos seus direitos e demandas. Um ambiente de trabalho mais diversificado, em todas as hierarquias e áreas, promove a convivência com as diferenças, sejam elas de gênero, sexualidade, etnia, origem social e de corpos. Empregar pessoas com deficiência significa propor que os trabalhos em equipe visem abraçar as diversas capacidades humanas, é sobre reconhecimento de capacidades profissionais de pessoas com deficiência!

Com a formação de uma coalizão de parceiros e apoiadores e com coordenação técnica da NOZ Inteligência investigamos e desenvolvemos o Estudo Pessoas com Deficiência e Empregabilidade.

“O avanço do processo de Inclusão reafirma: a inclusão de Pessoas com Deficiência é crucial para o desenvolvimento sustentável. Aliás, este é o título do recente relatório do Banco Mundial (Dezembro 2021): ‘A Inclusão de Pessoas com Deficiências é Crucial para o Desenvolvimento Sustentável da América Latina e do Caribe”, que traz a necessidade de aumentar o investimento na Inclusão visando construir um futuro mais próspero e resiliente, pois a Inclusão – especialmente no Mundo do Trabalho, pode desempenhar um papel significativo, desde que haja investimento na Educação, na Saúde e condições de Acessibilidade”, afirmou Marta Gil que é Socióloga, Fundadora e Coordenadora Executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas.

Já para Renice Pombani Ton que é psicóloga, com especialização em Gestão Estratégica de RH, Certificates in Business Admnistration e MBA Executivo, além de formação Internacional em Coaching, “planejamento de uma agenda foi essencial, a fim de envolver todos os stakeholders. Optamos por trabalharmos em ondas para garantirmos profundidade em cada uma das etapas e possibilidade de ajuste de rotas. Já que a nossa caminhada contava com desenvolvimento de gestores, tutores e do RH, incluindo a conexão da nossa dinâmica por parte dos professores e psicólogos. Destaco que o envolvimento dos pais dos deficientes foi peça fundamental para o sucesso do projeto.”

“Este imaginário social de incapacidade da pessoa com deficiência para o trabalho estabelece o comportamento das pessoas como o maior desafio a ser superado para a sua empregabilidade. A barreira atitudinal gera a compreensão da contratação de pessoas com deficiência a partir de um viés meramente assistencialista com finalidade do cumprimento de uma exigência legal, ao mesmo tempo em que distancia a empresa de experienciar benefícios na composição de seus times e, por preconceito, deixa de contar com a expertise e diversidade de profissionais com deficiência, comentou Marcelo Zig que é filósofo, palestrante, ativista dos direitos da pessoa com deficiência, fundador do Coletivo de Pessoas Pretas com Deficiência – Quilombo PcD e Porta-voz da Inklua.

De acordo com André Beltrame é professor na Escola de Aperfeiçoamento de Profissionais da Educação da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, além de desenvolver pesquisa e estudos no campo do lazer, estudos da deficiência e participação social, “embora se reconheça a intenção de acolher demandas por abordagens sociais e não mais apenas como doença, ainda permanecem críticas à implementação das leis e a forma como a pessoa com deficiência tem sido interpretada no processo de formulação das políticas públicas. Em outros termos chama-se atenção a necessidade de ações mais articuladas entre o Estado e sua intersetorialidade e as narrativas sociais.”

O resultado deste amplo estudo está no  e-book  “Pessoas com deficiência e empregabilidade” que está disponível para download. Nele você encontra dados inéditos sobre a empregabilidade de pessoas com deficiência além de artigos e entrevistas de convidadas e convidados da coalizão como a Inklua, Hand Talk, Great Place to Work além de estudiosos sobre o capacitismo.  O e-book  é acessível e contempla adaptações para pessoas com deficiência visual e algumas deficiências intelectuais e neurodiversidades.

  • Dados e percepções de mais de 3,7 mil pessoas com deficiência  participaram da pesquisa quantitativa.
  • 19 instituições unidas pelo mesmo propósito, debater o capacitismo no mercado de trabalho.
  • Artigos, análises e entrevistas inéditos sobre empregabilidade de pessoas com deficiência.

PREENCHA O FORMULÁRIO E ACESSE O E-BOOK – https://www.nozinteligencia.com.br/pcdempregabilidade

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