Após uma trajetória premiada em festivais nacionais e internacionais, filme protagonizado por Gabriela Grigolom chega aos cinemas em uma semana marcada pelo Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência e pelo Dia Nacional do Surdo
Dirigido e roteirizado por Bruno Costa, “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” estreia nos cinemas em 24 de setembro, após uma trajetória de destaque em festivais nacionais e internacionais, onde conquistou diversos prêmios. Com produção de Gil Baroni e Andréa Tomeleri, da Beija Flor Filmes, em associação com a Fluindo Libras e distribuição da ELO STUDIOS, o longa apresenta a primeira protagonista surda de um longa-metragem brasileiro.
Gabriela Grigolom interpreta Lola, uma jovem atriz surda que luta para criar a filha enquanto tenta manter viva sua companhia de teatro, formada por artistas surdos. Durante esse percurso, ela conhece Sol, vivida por Chiris Gomes, e as duas passam a viver um relacionamento intenso em meio aos vestígios do fim do casamento de Sol com Miguel, seu ex-marido, interpretado por Octávio Camargo. A convivência entre os três dá origem a uma configuração familiar inesperada, atravessada por afetos, conflitos e contradições.
A chegada do filme às salas de cinema acontece em uma semana simbólica para a discussão sobre acessibilidade e representatividade. O Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência é celebrado em 21 de setembro, enquanto o Dia Nacional do Surdo, em 26 de setembro, acontece dois dias após a estreia do longa.
“Desde o início, queríamos colocar no centro da narrativa uma mulher surda vivendo seus afetos, sua maternidade, sua relação com a arte e sua busca pela felicidade, sem limitar a personagem à deficiência. Lola carrega muitas camadas e representa experiências que ainda aparecem pouco no cinema brasileiro. Ver o filme chegar às salas, depois de uma trajetória tão bonita em festivais e de uma recepção tão forte do público surdo, reforça a importância de ampliar o espaço para essas histórias e para esses profissionais, tanto na frente quanto atrás das câmeras”, comenta Bruno Costa, diretor e roteirista do longa.
Além da presença de Gabriela Grigolom como protagonista, a produção contou com a participação de artistas, profissionais surdos e intérpretes de Libras durante todo o processo de realização.
Em sua trajetória pelos festivais, “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” conquistou o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no Rio LGBTQIA+ 2025 e no 29º Cine PE, onde Octávio Camargo também recebeu o prêmio de Melhor Ator pelo Júri Oficial. No Reino Unido, venceu como Melhor Longa-Metragem e Melhor Atuação (Gabriela Grigolom) no OFN LGBTQIA+ Film Festival 2026. O filme também foi indicado ao 14º Prêmio Sebastiane Latino, concedido pela associação GEHITU no contexto do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, além de integrar a programação de diversos outros festivais entre 2025 e 2026.
Sinopse curta
Sol se apaixona por Lola, uma jovem atriz surda, e elas iniciam um romance. Tudo se complica quando Lola passa a conviver sob o mesmo teto que o ex-marido de Sol, Miguel. Nesse curioso triângulo, eles irão descobrir que a morte de um amor pode ser o nascimento de outro.
Ficha técnica
Produção: Andréa Tomeleri e Gil Baroni
Direção e Roteiro: Bruno Costa
Direção de Fotografia: Elisandro Dalcin
Direção de Arte: Gabriella Olivo
Figurinista: Isabella Brasileiro
Caracterizadora: Carol Suss
Técnico de Som: Tulio Borges
Produção Executiva: Gil Baroni
Direção de Produção: Andréa Tomeleri
Montagem: Gabriel Borges
Desenho de Som: Luiz Lepchak
Música Original: Octavio Camargo
Title Design e Créditos: Cyla Costa, Daniel Duda
Produção de Elenco: Renata Scheidt
Coordenação de Produção: Fábio S. Thibes
Social Media: Luc da Silveira
Distribuidora: ELO STUDIOS
Produtora: Beija Flor Filmes
Co-produção: Costa Filmes e Fábio Thibes
Produção associada: Jonatas Medeiros, Fluindo Libras, Chiris Gomes, Octavio Camargo, Gabriela Grigolom, Felipe Patrício, Armada Films.
Gênero: Ficção / Dramédia
Duração: 85 minutos
Elenco: Chiris Gomes, Gabriela Grigolom, Octavio Camargo, Sophia Grigolom, Regina Bastos, Sidy Correa, Katia Drumond, Maureen Miranda, Ciliane Vendruscolo, Rafael Magaldi, Rhaul de Lemos, Tiago Luz, Giovana Soar, Gabriel Gorosito.
ELO STUDIOS
Com 20 anos de atuação, a ELO STUDIOS é uma produtora e distribuidora brasileira que combina entretenimento de alta qualidade, visão editorial clara e modelos de negócio inovadores.
Seu portfólio reúne produções originais e coproduções em múltiplos formatos e gêneros, com forte vocação para o grande público e circulação internacional. Em longa-metragem de ficção, destacam-se Caindo na Real (Globo), (Des)controle, estrelado por Carolina Dieckmann, #SalveRosa (vencedor de três categorias no Festival do Rio 2025) e Avenida Beira-Mar (premiado no Festival de Guadalajara). Em animação, Lupi & Baduki (indicado ao Emmy International Kids 2025). Em não ficção, títulos como Desafio Impossível (Disney+) e A Verdade da Mentira (A&E), se destacam.
A ELO também se consolidou pelo seu expertise em branded entertainment, desenvolvendo projetos sob medida que integram, de forma orgânica, os territórios e valores das marcas às narrativas audiovisuais. Entre os destaques estão Mulheres no Comando, apresentado por Fabi Saad, com patrocínio do Funcine Investimage e da TIM (exibido na RECORD); De Virada, em parceria com Amstel, FMM e Warner Bros.; e Contar Para Viver, campanha realizada para a UNESCO em colaboração com a Cappuccino Digital.
Desde 2005, a ELO STUDIOS já distribuiu mais de 500 títulos para mais de 100 países, incluindo o fenômeno de bilheteria nacional Medida Provisória, dirigido por Lázaro Ramos e o indicado ao Oscar, O Menino e o Mundo. Em 2026, a ELO STUDIOS leva aos cinemas títulos aguardados e que expressam sua identidade ao unir entretenimento e transformação social, como (Des)controle, É Tempo de Amoras, Muito Prazer!, Apenas 3 Meninas, Narciso e Carolina – Quarto de Despejo.
Com um line-up robusto para os próximos anos, em parceria com players como Globo, Sony, Paramount e Warner Bros., a ELO STUDIOS é liderada por Ruben Feffer, Flavia Feffer e Sabrina Nudeliman Wagon (CEO), mantendo o compromisso de impulsionar histórias com relevância cultural e alcance.
BEIJA FLOR FILMES
Há 20 anos a Beija Flor Filmes vem produzindo premiadas obras audiovisuais para cinema, televisão e internet. Nos últimos anos, seus filmes conquistaram 200 prêmios em 960 seleções em festivais de cinema ao redor do mundo, com destaque para o longa-metragem “Alice Júnior” (2019), que fez estreia internacional na mostra Generation da 70ª Berlinale – Festival Internacional de Cinema de Berlim. O longa recebeu mais de 25 prêmios e foi exibido em 52 festivais internacionais. Licenciado para Rede Globo, Netflix, Canal Brasil e mais de 20 entidades e instituições de ensino ao redor do mundo; o sucesso com o teen movie “Alice Júnior” rendeu a aguardada continuação “Alice Júnior Férias de Verão” (2026), que deverá ser lançada comercialmente ainda esse ano. “Casa Izabel” (2022), conquistou 5 prêmios no CINE PE, incluindo Melhor Filme, foi selecionado para abrir a 12º Olhar de Cinema de Curitiba, numa sessão histórica na Ópera de Arame, com a presença de mais de 1600 pessoas. O filme fez sua estreia internacional no Frameline47 – San Francisco International LGBTQ+ Film Festival. O filme mais recente da produtora, “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” (2025), dirigida por Bruno Costa e parceria com a ELO Studios, é um marco histórico na cinematografia brasileira, sendo o primeiro filme nacional protagonizado por uma atriz surda, a talentosa Gabriela Grigolom. O filme, premiado em vários festivais, será lançado esse ano nos cinemas.







