Chiesi lança “Super Raros” para ampliar visibilidade das pessoas que vivem com doenças raras 

Chiesi lança “Super Raros” para ampliar visibilidade das pessoas que vivem com doenças raras 

Projeto cria personagens inspirados em histórias reais para gerar identificação, empatia e conscientização  

No Dia Mundial das Doenças Raras, celebrado em 28 de fevereiro, a Chiesi, grupo biofarmacêutico internacional que disponibiliza soluções inovadoras em saúde respiratória, doenças raras e cuidados especializados, apresenta os “Super Raros”.

A iniciativa, parte da campanha Olhe para o Raro, lançada pela Chiesi Brasil em 2023, utiliza personagens ilustrados para representar, de forma lúdica e acessível, diferentes características de doenças raras, gerando visibilidade a patologias pouco prevalentes na população.

Pensada para ir além da data comemorativa, a iniciativa foi estruturada como uma plataforma de comunicação contínua que, ao longo de 2026, contará com presença em canais digitais e diferentes formatos de conteúdo. O objetivo é ampliar o reconhecimento das doenças raras, estimular a empatia e tornar mais evidentes condições que, embora nem sempre visíveis aos olhos, geram impactos profundos no dia a dia de quem convive com elas.

“O lançamento dos Super Raros nasce do nosso compromisso de ampliar a visibilidade das pessoas que vivem com doenças raras. Ao dar rosto, personalidade e história a esses personagens, mostramos que o diagnóstico é apenas uma parte da vida e não a totalidade de quem essas pessoas são. Representatividade, para nós, é criar identificação, empatia e visibilidade, ajudando a sociedade a compreender realidades que muitas vezes não são visíveis, mas que impactam profundamente o dia a dia de milhares de famílias”, afirma Fernanda Napolitano, diretora sênior da divisão de Doenças Raras da Chiesi para o Brasil e a América Latina.

O time dos Super Raros é composto por cinco personagens: Alma, Lia, Cora, Léo e Nino, desenvolvidos por inteligência artificial e validados por especialistas e pacientes, a partir de pesquisas e, relatos reais. Cada um representa uma condição rara, sempre retratada a partir de uma perspectiva humana, cotidiana e plural, sem reduzir os personagens a seu diagnóstico.

Alma, diagnosticada com alfamanosidose, uma doença rara e hereditária que pode causar alterações esqueléticas, perda de audição, deficiências cognitivas e comprometimento do sistema imunológicoi, é observadora, criativa e apaixonada por fotografia, enxergando detalhes que muitas vezes passam despercebidos.

Lia, que vive com lipodistrofia generalizada, doença caracterizada principalmente pela falta parcial ou total de gordura sob a pele, encontra na natação a sensação de liberdade e autonomia, reforçando que a doença faz parte da sua trajetória, mas não define quem ela é. A lipodistrofia é uma condição congênita ou adquirida ao longo da vida e muitas vezes está associada a doenças autoimunesii. A doença causa alterações metabólicas, como triglicérides muito elevados, problemas no fígado, complicações renais, pancreatite e mais. Seu diagnóstico, que pode ser dificultado pela variabilidade dos sinais da doença, é feito a partir da avaliação clínica realizada por especialistas ou por análise genéticaiii.

Cora, diagnosticada ainda na infância com hipercolesterolemia familiar homozigótica, encontra na leitura espaço para expressar sua curiosidade e imaginação. A HF é uma doença autossômica dominante e apresenta duas formas principais: a heterozigótica, mais comum, e a homozigótica, mais rara e mais grave. A doença é causada por uma alteração genética que compromete o funcionamento de um mecanismo responsável por remover o colesterol do sangue. Ou seja, quem nasce com a condição não consegue metabolizar o colesterol de forma eficiente, o que eleva drasticamente sua concentração na corrente sanguínea desde os primeiros anos de vida.

Léo, que convive com a doença de Fabry, representa uma realidade em que os sintomas são majoritariamente internos e invisíveis, conciliando o tratamento com sua paixão pela música e pelo violão. A doença de Fabry se manifesta com insuficiência renal, doença cardíaca, doença cerebrovascular, neuropatia periférica, perdas sensoriais, perda auditiva, lesões de pele típicas (angioqueratomas), distúrbios gastrointestinais, como diarreia e dor abdominaliv.

Já Nino, diagnosticado com anemia falciforme – doença genética e hereditária causada por anormalidade de hemoglobina dos glóbulos vermelhosv – desde o teste do pezinho, simboliza uma juventude conectada à tecnologia e aos games, enquanto enfrenta dores intensas e desafios que nem sempre são perceptíveis externamente. As manifestações da doença podem afetar quase todos os órgãos ou sistemas e comumente causam crises de dor, icterícia, infecções, complicações renais, oculares e outras, e maisvi.

Ao reunir essas histórias em um mesmo universo narrativo, a renovação da campanha traduz a diversidade de experiências dentro do contexto das doenças raras e reforça a importância de um olhar que vá além do aspecto clínico, considerando também dimensões emocionais, sociais e culturais.

Mais do que retratar condições raras, os Super Raros foram concebidos como personagens-símbolo, para ajudar a traduzir experiências complexas e ampliar a conscientização da sociedade. Eles não substituem as histórias reais, nem se colocam como porta-vozes, mas funcionam como uma ponte para o protagonismo de pacientes e familiares, que são quem de fato detém lugar de fala. A iniciativa busca abrir espaço para essas vozes, estimular a escuta ativa e incentivar um olhar mais atento e empático para as pessoas que convivem com doenças raras em suas múltiplas realidades.

A ativação Super Raros de 2026 dá continuidade à campanha Olhe para o Raro, iniciativa que vem ampliando, ao longo dos últimos anos, o debate sobre doenças raras no Brasil a partir da valorização das pessoas por trás dos diagnósticos.

A criação dos personagens representa uma evolução dessa narrativa, aprofundando o diálogo com a sociedade e reforçando o compromisso da companhia com uma comunicação consistente, contínua e centrada no ser humano.

Para conhecer os personagens, entender mais sobre as doenças representadas e acompanhar os conteúdos da campanha, acesse LinkEste conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e não substitui a orientação médica.  

Sobre o Grupo Chiesi  
A Chiesi é um grupo biofarmacêutico internacional que pesquisa, desenvolve e comercializa soluções inovadoras em saúde respiratória, doenças raras e cuidados especializados. A missão da empresa é melhorar a qualidade de vida, agindo com responsabilidade em benefício das pessoas e do planeta. Ao mudar seu status legal para uma Corporação Beneficente na Itália, nos Estados Unidos, na França e na Colômbia, o compromisso da Chiesi de criar e compartilhar valor com a sociedade é juridicamente vinculativo e central para a tomada de decisões na empresa. Desde 2019, a Chiesi é uma Empresa B certificada, o que significa que faz parte de uma comunidade global de organizações que atendem a elevados padrões de impacto social e ambiental. A empresa tem como meta zerar suas emissões de gases de efeito estufa até 2035. Com 90 anos de experiência, a Chiesi está sediada em Parma (Itália), tem afiliadas em 31 países e conta com 7,5 mil funcionários. O centro de pesquisa e desenvolvimento do Grupo em Parma trabalha ao lado de outras seis unidades na França, Estados Unidos, Canadá, China, Reino Unido e Suécia. Para mais informações, visite www.chiesi.com   

Sobre a Chiesi Brasil  
Primeira filial do Grupo fora da Itália, a Chiesi Brasil opera no país desde 1976, onde mantém uma fábrica especializada na produção de medicamentos inalatórios, sólidos e líquidos. A produção abastece o mercado nacional, afiliadas e terceiros. Desde 2011, a Chiesi Brasil é parceira do governo federal no Programa Farmácia Popular e oferece gratuitamente medicamentos para o tratamento da asma e da rinite alérgica à população. A operação conta com cerca de 400 colaboradores e está entre as 10 maiores do Grupo. Para mais informações, visite www.chiesi.com.br

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